sexta-feira, 30 de março de 2012

Músicas para tocar no louvor da sua Igreja



Música: Somos quem podemos Ser
Artista: Pouca Vogal
Um dia me disseram
Que as nuvens não eram de algodão
Um dia me disseram
Que os ventos às vezes erram a direção
E tudo ficou tão claro
Um intervalo na escuridão
Uma estrela de brilho raro
Um disparo para um coração
A vida imita o vídeo
Garotos inventam um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter
Um dia me disseram
Quem eram os donos da situação
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem essa prisão
E tudo ficou tão claro
O que era raro ficou comum
Como um dia depois do outro
Como um dia, um dia comum
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter
Quem ocupa o trono tem culpa
Quem oculta o crime também
Quem duvida da vida tem culpa
Quem evita a dúvida também tem
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter
Alguns religiosos vão me criticar por ter feito esse post, mas eu queria sugerir a você leitor (a) um momento de reflexão sobre a letra dessa música.
Somos livres pra dizer: "Somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter"?
Ou ainda tem muitos que vivem presos a religiosidade, fanatismo, hipocrisia e etc?
Comenta ai, sem grosserias e vamos debater sobre isso.
Deus Abençoe!

@Faysonmerege

quarta-feira, 28 de março de 2012

segunda-feira, 26 de março de 2012

A verdadeira luta é contra o ego


E quando a Graça, o perdão, o amor, já não nos constrange como antes? E quando o pecado parece não ter mais fim?

Ah, que luta terrível! Não são poucos os momentos em que muitos de nós enfrentam essa mesma batalha. Eu também sou um que passo por isso!

Quem dera tivéssemos uma receita pronta do que fazer ou deixa de fazer, não é? Ah, como seria bem melhor!

Mas precisamos encarar de frente alguns fatos. Todos nós vamos pecar até o final das nossas vidas!

Outro fato é que, se quisermos santidade, vamos ter que contar com a intervenção divina sem deixar de agir pessoalmente em prol dessa causa.

Precisamos desenvolver disciplina! A luta contra o pecado é diária, o que não significa que vamos pecar todos os dias e eu realmente creio nisso e é maravilhoso quando consigo viver um tempo assim. Pena que não dure tanto quanto eu gostaria.

Se posso sugerir um conselho a você, querido leitor, é que encontre alguém de confiança! As vezes acho que isso não existe, por que meus amigos de confiança são raros e agora encontram-se muito distantes! Mas se conseguir encontrar um, aposte ali suas fichas!

Alguém para você poder contar quantas vezes você se masturbou, acessou pornografia, saiu com prostitutas, ou seja lá o que de mais bizarro tenha feito.

Se você encontrar alguém com quem não precise ter papas na língua, esse alguém lhe será benção, pois não o (a) condenará, mas também não irá passar a mão na sua cabeça.

Gente assim, tem impresso na alma o caráter de Jesus.

Andar sozinho, é atestar o fracasso na tentativa de uma vida de santidade.

Espero, sinceramente, que essas palavras te ajudem em alguma coisa! Afinal, é como eu disse antes, não existe receita pronta para lidar com essa realidade.

Caminhemos, de mãos dadas, rumo ao alvo da soberana vocação.


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sexta-feira, 23 de março de 2012

A ESCOLHA ENTRE O CLUBE E O CAMINHO


Há dois modelos básicos de igreja. Há os chamados para fora... e os chamados para dentro.

Igreja, de acordo com Jesus, é comunhão de dois ou três... em Seu Nome... e em qualquer lugar... E mais: podem ser quaisquer dois ou três... e não apenas um certo tipo de dois ou três... conforme os manequins da religião.

Igreja, de acordo com Jesus, é algo que acontece como encontro com Deus, com o próximo e com a vida... no ‘caminho’ do Caminho.

Prova disso é que o tema igreja aparece no Evangelho quando Jesus e Seus discípulos estavam no ‘caminho’ para Cesareia de Filipe: um lugar ‘pagão’ naqueles dias.

Assim, tem-se o tema igreja tratado no ‘caminho’ e em direção à ‘paganidade’ do mundo.

Para Jesus o lugar onde melhor e mais propriamente se deve buscar o discípulo é nas portas do inferno, no meio do mundo! Não posso conceber, lendo o Evangelho, que Jesus sonhasse com aquilo que depois nós chamamos de ‘igreja’.

Digo isto porque tanto não vejo Jesus tentando criar uma comunidade fixa e fechada, como também não percebo em Seu espírito qualquer interesse nesse tipo de reclusão comunitária.

No Evangelho o que existe em supremacia é a Palavra, que tanto estava encarnada em Jesus como era o centro de Sua ação. No Evangelho nenhuma igreja teria espaço, posto que não acompanharia o ritmo do reino e de seu caminhar hebreu e dinâmico.

Jesus escolhe doze para ensinar... não para que eles fiquem juntos. Ao contrário, a ordem final é para ir... Enfim... são treinado a espalhar sementes, a salgar, a levar amor, a caminhar em bondade, e a sobreviver com dignidade no caminho, com todos os seus perigos e possibilidade (Lc 10).

No caminho há de tudo. Jesus é o Caminho em movimento nos caminhos da existência. E Seus discípulos são acompanhantes sem hierarquia entre eles.

No mais... as multidões..., às quais Jesus organiza apenas uma vez, e isto a fim de multiplicar pães. De resto... elas vem e vão... ficam ou não... voltam ou nunca mais aparecem... gostam ou se escandalizam... maravilham-se ou acham duro o discurso...

Mas Jesus nada faz para mudar isto. Ele apenas segue e ensina a Palavra, enquanto cura os que encontra.

Ao contrário..., vemos Jesus dificultando as coisas muitas vezes, outras mandando o cara para casa, outras dizendo que era preciso deixar tudo, outras convidando a quem não quer ir...; ou mesmo perguntando: Vocês querem ir embora?

Não! Jesus não pretendia que Seus discípulos fossem mais irmãos uns dos outros do que de todos os homens.

Não! Jesus não esperava que o sal da terra se confinasse a quatro dignas e geladas paredes de maldade.

Não! Jesus não deseja tirar ninguém do mundo, da vida, da sociedade, da terra... mas apenas deseja que sejamos livres do mal.

Não! Jesus não disse “Eu sou o Clube, a Doutrina e a Igreja; e ninguém vem ao Pai se não por mim”.

Assim, na igreja dos chamados para fora, caminha-se e encontra-se com o irmão de fé e também com o próximo que não tem fé... e todos se trata com amor e simplicidade.

Em Jesus não há qualquer tentativa de criar um ambiente protegido e de reclusão; e nem tampouco a intenção de criar uma democracia espiritual, na qual a média dos pensamentos seja a lei relacional.

Em Jesus o discípulo é apenas um homem que ganhou o entendimento do Reino e vive como seu cidadão, não numa ‘comunidade paralela’, mas no mundo real.

Na igreja de Jesus cada um diz se é ou não é...; e ninguém tem o poder de dizer diferente... Afinal, por que a parábola do Joio e do Trigo não teria valor na ‘igreja’? Na igreja de Jesus... pode-se ir e vir... entrar e sair... e sempre encontrar pastagem.

O outro modo de ser igreja é, todavia, aquele que prevaleceu na história. Nele as pessoas são chamadas para dentro, para deixar o mundo, para só considerarem ‘irmãos’ os membros do ‘clube santo’, e a não buscarem relacionamentos fora de tal ambiente.

A comunidade de Jerusalém tentou viver assim e adoeceu!

Claro!

Quem fica sadio vivendo num mundo tão uniforme e clonado?

Quem fica sadio não conhecendo a variedade da condição humana?

Quem fica sadio se apenas existe numa pequena câmara de repetições humanas viciadas?

Sim, quem pode preservar um mínimo de identidade vivendo em tais circunstâncias? Nesse sapatinho de japonesa?

É obvio que os discípulos precisam se reunir..., e juntos devem ter prazer em aprender a Palavra e crescer em fé e ajuda mutua. Todavia, tal ajuntamento é apenas uma estação do caminho, não o seu projeto; é um oásis, não o objetivo da jornada; é um tempo, não é o tempo todo; é uma ajuda, não é a vida.

De minha parte quero apenas ver os discípulos de Jesus crescendo em entendimento e vida com Deus, em amizade e respeito uns para com os outros, em saúde relacional na vida, e com liberdade de escolha, conforme a consciência de cada um.

O ‘ajuntamento’ que chamamos igreja deve ser apenas esse encontro, essa estação, esse lugar de bom animo e adoração.

O ideal é que tais encontros gerem amizade clara e livre, e que pela amizade as pessoas se ajudem; mas não apenas em razão de um certo espírito maçônico-comunitário, conforme se vê... ou porque se deu alguma contribuição financeira no lugar.

A verdadeira igreja não tem sócios... Tem apenas gente boa de Deus... e que se reúne e ajuda a manter a tudo aquilo que promove a Palavra na Terra.

Tenho pavor de comunidades!

Elas são ameninantes para a alma, geram vilas de doenças, produzem inibição dos processos de individuação, e tornam os homens eternos imaturos... sempre com medo do mundo e da vida.

Sem falar que em todo mundo muito pequeno, como o da ‘comunidade’, as doenças tendem a aumentar... e a ganhar caras e contornos de perversidade travestida de piedade...

É o que eu chamo de peidade!

Fica todo mundo querendo se meter onde não foi chamado... É um inferno!

No ‘Caminho da Graça’ estou tentando levar as pessoas a esse entendimento e a essa maturidade, e não tenho nenhuma outra vontade interior de fazer daquilo mais uma ‘igreja’.

Quero ver pessoas que sejam ‘gente boa de Deus’; gente descomplicada e desviciada de ‘igreja’; gente que aprenda o bem do Evangelho primeiro para si e em si mesmas..., e apenas depois para fora...

Portanto, não se trata de um movimento ‘sacerdotal’, intimista e fechado; mas sim de um andar profético, aberto e continuo...

Lá não se busca a média da compreensão... Ao contrário, lá se força a compreensão...

Lá só fica quem realmente quer... e não tento jamais dissuadir ninguém ao contrario de sua vontade.

Não há complicação. Tudo é muito simples.

E quem não achar que serve, está sempre livre a achar o que lhe agrada em qualquer lugar.

Ou não foi assim que Jesus tratou a tudo no caminho?

A escolha que se tem que fazer é essa: ou se quer uma ‘comunidade’ que existe em função de si mesma, e para dentro; ou se tem um ‘caminho de discípulos’, e que se encontram, mas que não fazem do encontro a razão de ser da vida.

A meu ver, no dia em que prevalecer o modelo do ‘caminho’, conforme Jesus no Evangelho, a vida vai arrebentar em flores e frutos entre nós e no mundo à nossa volta; e as pessoas serão sempre muito mais humanas, descomplicadas e sadias... Mas se continuar a prevalecer o modelo ‘comunitário de Jerusalém’... que de Jerusalém tem apenas o intimismo e o espírito sectário... não se terá jamais nada além do que se teve nesses últimos dois mil anos; ou seja: esse lugar de doentes presunçosos a que chamamos de ‘igreja’.

Para isto... para esta coisa... não tenho mais nenhuma energia para doar. Mas para a vida como caminho, ofereço meu coração mais jovem do que nunca.

Caio

Julho de 2005
Academia de Tênis
Brasília

quinta-feira, 22 de março de 2012

PEREGRINO DE CORAÇÃO


"Como são felizes os que em Ti encontram sua força, e os que são peregrinos de coração! Ao passarem pelo vale de Baca, fazem dele um lugar de fontes; as chuvas de outono também o enchem de cisternas. Prosseguem o caminho de força em força, até que cada um se apresente a Deus em Sião.". Salmo 84: 5-7 - NVI
O salmo 84 na Nova Versão Internacional, traz no versículo 5 a expressão “peregrino de coração.”
Segundo o dicionário Aurélio, “Peregrino”  é uma pessoa que viaja, anda longamente por lugares vários e distantes.
O peregrino não tem um lugar fixo. Ele está sempre passando por vários lugares. Não possui residência certa. Por isso, não se apega ao lugar onde passa, e nem pode ter muitas coisas, pois sempre está de saída para algum lugar.
Quando penso em um peregrino, me vem à mente a figura de uma pessoa com uma mochila nas costas, carregando consigo somente o que é essencial, indispensável a sua jornada. 
O salmista fala de como são felizes aqueles que extraem sua força do Senhor, e que são peregrinos de coração.
Penso que o salmista, ao usar essa expressão 'peregrino de coração', quis fazer referência a nossa maneira de viver.  Precisamos viver com a consciência de que estamos aqui só de passagem. Aqui não é o nosso lugar fixo. Aqui não é nosso destino final. Nossa morada definitiva é nos céus, na eternidade com nosso Deus.
Por isso, precisamos ter cuidado de não nos apegarmos à este mundo. 
Curioso é que se realmente vivermos dessa forma, a nossa perspectiva, a nossa maneira de olhar as coisas ao nosso redor, muda radicalmente.
Se eu sou peregrino, não vale a pena adquirir muitas coisas, muitos bens materiais, pois estou aqui só de passagem. Não vou poder levá-los comigo.

Se sou peregrino, segundo o salmista,  sei que quando eu tiver de enfrentar dificuldades ou tristezas ( vale de Baca - vale de lágrimas), saberei que isso também passará. Não é algo definitivo. Antes, esse vale de lágrimas será para mim uma fonte de inspiração, um motivo para crer num futuro melhor, eterno, que está reservado pra mim.
Quem é peregrino de coração, receberá do Senhor a força necessária para passar por cada etapa dessa vida, um dia de cada vez, rumo à nossa morada final, que é a Casa do Pai.
Todo o cristão deveria ser um peregrino de coração.
No entanto, nos comportamos muitas vezes de forma contrária à essa mentalidade.
Nos preocupamos demais com algumas realidades que são passageiras. Despendemos grande quantidade de energia, tempo e dinheiro em coisas que não são eternas. 
Seja sincero e responda: com que freqüência você pensa sobre a eternidade? Sobre como está sendo edificado o seu caminho para lá? 
A verdade é que passamos pouco ou quase nenhum tempo pensando sobre isso, sobre o que realmente importa nessa vida.
Nos deixamos seduzir muitas vezes pelo 'ter' e o 'ser', e não paramos para refletir sobre algumas das nossas escolhas.
Estamos aqui de passagem. O que você tem levado consigo, na sua bagagem?
Quem é peregrino de coração, tem o seu tesouro, aquilo que ele mais valoriza, aquilo que lhe é mais precioso, no céu e não aqui.
Jesus nos advertiu sobre isso: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam nem roubam, porque onde está o teu tesouro, aí está também o teu coração.” Mateus 6.19-21
“Onde está o teu  tesouro, ali também está o teu coração.” O seu coração é de peregrino? 
Então,  “pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra.” Colossenses 3.2
Que possamos cada dia estar mais cientes da nossa jornada, da nossa caminhada, e principalmente, do nosso destino.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Amai-vos uns aos outros


“O amor não irá florescer... a menos que cada um procure demonstrá-lo de maneira práti-ca.”

Como expressar afeição
Comumente conseguimos observar apenas alguns indícios vagos de que outras pessoas nos amam. “Esse pessoal deve mesmo gostar de mim”, concluímos. “Não me expulsaram do grupo, não procuram me ignorar, e sempre me incluem em seus planos e atividades.” Não obstante, em Romanos 12.10 Paulo nos exorta: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal.” Em outras palavras, amemo-nos de maneira franca e objetiva, dando demonstração desse amor; abracemo-nos uns aos outros. Cumprimentemos os irmãos de-monstrando que nos alegramos de estar com eles; expressemos verbalmente o nosso senti-mento de amor.
Pensamos as vezes que é mais importante demonstrar amor aos que não estão muito pró-ximos de nós, a quem não vemos com freqüência, mas, no entanto, mais ainda é importan-te demonstrar aos que nos são mais chegados — o marido, esposa, os filhos e colegas.

Respeito
É muito importante lembrar que não fazemos nenhum esforço para honrar aos outros, à parte o fato de ensinarmos nossos filhos a dizer “por favor” e “muito obrigado”. Paulo escre-veu: “Preferindo-vos em respeito uns aos outros”. Por que a ênfase em honrar e respeitar? Porque cada pessoa com quem temos contato foi criada à imagem de Deus, sendo, portan-to, digna de honra.
Há inúmeras maneiras de se mostrar respeito. Devemos dar atenção quando alguém está falando conosco. Quando a pessoa termina de falar, devemos responder de modo apropria-do, não ignorando o que ela falou e nem deixando de considerar o argumento apresentado. Não devemos interromper a conversa dos outros.
Quando estivermos em grupo, procuremos nas deixar que ninguém seja ignorado ou des-prezado; falemos de quem está ausente como faríamos se estivesse presente. Devemos mostrar-nos desejosos de ajudar outros sempre, naquilo que estiver em nossas forças e ca-pacidade, vamos procurar saber como poderemos ser úteis para assim demonstrarmos a-mor de forma bem prática.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Eu ainda acredito na humanidade




Não precisa dizer mais nada depois desses dois vídeo, não é mesmo?
Vamos AMAR o nosso próximo, não como obrigação, mas como princípio de vida.

"Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus? Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade." 1 João 3:17-18

segunda-feira, 12 de março de 2012

No controle


O homem sempre foi de planejar o futuro: estudos, profissão, casamento, filhos, propriedades, etc.

O planejamento é muito importante para quem quer “chegar lá” e é sempre bom quando algo acontece conforme o planejado. Mas e quando isso não acontece?

O fato é que é possivel ver a realização de um planejamento perfeito e, mesmo assim, não ter o sentimento de realização, de satisfatoriedade.

Acredito, porém, que mais frustrante ainda é não ver os planos realizados e isso sim, é muito frustrante. Mas por que isso acontece?

A gente sempre fala, mas quase nunca de lembre de que Deus é soberano e Seus planos não se frustram, jamais. Se o que você planejou ainda não aconteceu é porque ainda não é a hora dEle, ou, simplesmente não é de Sua vontade!

Servir a Deus é estar atento à Sua vontade, à Sua resposta. É saber submeter-se a essa vontade e lembrar-se de que “todas as coisas COOPERAM para o BEM de quem ama a Deus” (Rm 8 v28).

Você O ama? Pois então, descanse. Afinal de contas, todas as coisas, TODAS MESMO, cooperam para o seu bem. Seu coração pode fazer planos, mas só dEle vem a nossa segurança.


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sexta-feira, 9 de março de 2012

A igreja do Caminho



“Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemu-nhas...” (Atos 1.8).
A comunidade que nasceu depois da ascensão de Cristo foi uma igreja do caminho. Era uma igreja com suas raízes em Cristo e nas suas promessas, e ao mesmo tempo, uma igreja caminhante. Os cristãos daquela época viviam em comunhão, e apesar das perse-guições, possuíam grande alegria em seguir nas mesmas trilhas de Jesus.
Resgatemos algumas marcas daquela igreja para que de fato possamos demonstrar em nossa cidade e ao mundo o nosso compromisso com Cristo.
A igreja do caminho espera nas promessas de Deus (At 1.4)
- A urgência missionária tem assumido a forma do despreparo, da auto-confiança. O líder dessa igreja retirante é o Espírito Santo. Nós temos que ter a sua plenitude durante a jor-nada pelas trilhas do mundo.
A igreja do caminho ora a Deus buscando a sua orientação (At 1.14)
- Sem uma vida de oração, a igreja se torna um ajuntamento de pessoas interesseiras.
Através da oração, a igreja submete-se à vontade de Deus.
A igreja do caminho recebe dons do Espírito Santo (At 2. 1-13)
- Deus prepara essa igreja para receber dons espirituais. Uma igreja é verdadeiramente o Corpo de Cristo quando cada pessoa exercita o seu dom espiritual.
A igreja do caminho prega a palavra com ousadia (At 2. 14-36)
- Ela aponta para Jesus Cristo como a única esperança. A igreja de hoje perdeu esse dina-mismo e está acomodada. Vamos resgatar essa ousadia!
A igreja do caminho recebe novas vidas (At 2.37-41)
- Pessoas não são simplesmente números para relatórios. A igreja é composta de pesso-as salvas, transformadas pela graça de Deus. Tem muita gente dentro da igreja que pre-cisa aceitar o Salvador Jesus Cristo.
A igreja do caminho valoriza a comunhão (At 2.42-47)
- Quão bom e quão suave é que os irmãos e irmãs vivam em união. A tragédia da igreja moderna é a falta de amor entre os cristãos. Amar e respeitar aquele que anda conosco, no caminho, é ser como Jesus.
Hoje através da Ceia do Senhor, temos uma grande oportunidade para reafirmarmos nos-sos compromissos com o Senhor e também nossos compromissos uns para com os ou-tros.
“Senhor, louvo-te pela presença da tua igreja viva e ativa na face da Terra.”

quinta-feira, 8 de março de 2012

EM BUSCA DA TERRA DO NUNCA





Gostaria de falar um pouco sobre o filme “Em busca da terra do nunca”.
 Estrelado por Johnny Depp e Kate Winslet, o filme conta um pouco da história de  Sir James Matthew Barrie, autor do clássico infantil Peter Pan.
J. M. Barrie, através de um relacionamento de amizade iniciado com uma viúva e seus 5 filhos pequenos, começa a extrair dali a inspiração para escrever sua nova peça.
A história se desenvolve de maneira bem interessante, e o filme prende a atenção por seus diálogos e circunstâncias apresentadas.
No final do filme, a viúva, Sra. Sylvia Lewelyn Davies, morre devido a uma doença grave, e deixa seus filhos sob a guarda do Sr. J. M. Barrie e também de sua mãe.
É um momento muito triste do filme.  Uma das cenas mais fortes, é quando um dos filhos, que já era revoltado pela morte prematura do pai, conversa com Sir James Matthew Barris e, chorando,  pergunta: “ Mas por que ela tinha que morrer?”
E essa é uma pergunta que todos nós acabamos fazendo em algum momento de nossas vidas: “Por que?”.
Por que aquela pessoa tão jovem e tão boa morreu em um acidente? Por que as crianças tem câncer? Como que uma pessoa jovem pode ser vítima de derrame cerebral, ou distrofia muscular? Por que existem milhões de pessoas passando fome e morrendo de inanição na África enquanto aqui a gente joga fora a comida que sobra? Por que aquele bandido cruel que estuprou e matou aquela criança nunca foi pego? Ou, se foi pego, porque tem que ser solto depois? 
“Por que” é uma grande pergunta. Queremos saber o por que de tudo. Temos uma necessidade de entender a razão das coisas, de saber o que deu causa a determinadas situações, como se isso fosse mudar a realidade da circunstância, da doença, da morte.
No entanto, a verdade é que nós, enquanto seres humanos, não temos a capacidade para entender todas as coisas. E existem determinadas circunstâncias que simplesmente não conseguimos compreender, restando apenas a alternativa de nos adaptarmos o melhor possível à nova realidade.
E é aí que entra a fé. Só Deus pode nos ajudar, nos dar forças e condições para enfrentarmos essas circunstâncias e esses fatos da vida sobre os quais não temos controle, nem explicação.
Lembro-me de uma grande amiga minha, casada há cerca de 10 anos, com 2 filhas. Ela e o esposo eram pastores de jovens em uma determinada igreja. Ambos sempre se dedicaram à obra do Senhor em tempo integral e eram muito felizes.
Certo dia, estavam organizando mais um retiro espiritual com os jovens, e uma das atividades era relacionada a escalada de uma parede.
O marido dessa minha amiga foi subir para verificar as cordas e demais equipamentos necessários para a segurança dos participantes, e acabou caindo de uma altura aproximada de 6 metros.
Fraturou ossos das pernas e precisou de cirurgia.
Feita a cirurgia, e após alguns dias em casa, ele apresentou algum tipo de complicação. Teve que retornar ao hospital, e 30 dias depois faleceu.
É um perfeito exemplo de situação sem explicação.
Mas por que Deus não curou? Por que Deus não impediu a queda dele daquela altura? Por que?Por que?
Minha amiga ficou viúva, com duas filhas para cuidar, e com muitos, muitos “por quês” sem resposta.
Mas ela seguiu em frente. Buscou a Deus, e Ele tem dado graça e força, tanto `a ela quanto às suas filhas, para continuar a vida sem o marido e sem o pai.
E é assim que deve ser. Devemos prosseguir, mesmo sem ter todas as respostas que gostaríamos de ter. Afinal, a vida continua, e se realmente cremos em Deus, temos que confiar Nele, sabendo que a Sua presença e o Seu poder nos farão superar toda e qualquer dificuldade. Pois no mundo, como disse Jesus, teremos muitas aflições.
No filme, ficamos também com a idéia da “Terra do Nunca”, o mundo imaginário criado por J. M Barrie, onde Peter Pan e seus amigos viviam.
É impossível não associar a “Terra do Nunca” com o céu, a eternidade descrita na Bíblia.
O paraíso prometido por Deus, e sobre o qual Jesus disse que nos prepararia lugar, é também uma “terra do nunca”. Lá, nunca mais terá choro, nem doença, nem dor. Nunca mais guerra, nunca mais sofrimento, nunca mais separação. 
Com certeza, é um lugar  no qual todos nós ansiamos estar.
Por isso, não deixe de assistir esse filme tão bonito e precioso.
Deus falará ao seu coração, assim com falou ao meu.


(texto extraído do livro "Encontrando Deus no Cinema", autora Juliana Schead, Editora Abba Press, prefácio do Dr. Russel Shedd - www.julianaschead.com.br.)

quarta-feira, 7 de março de 2012

DISCÍPULOS SÃO FEITOS, NÃO NASCEM PRONTOS






Este é o título de um dos livros que estou lendo. Seu autor chama-se Walter Henrichsen.
É realmente impressionante constatar quão deficientes nossas igrejas estão em termos de discipulado.
Aquele discipulado pessoal, de olho no olho, de compartilhar, de levar a pessoa para sua casa, deixar ela participar da sua vida, e você participar da vida dela, aquela cumplicidade, aquela confiança, o ensino que vem pelo exemplo... Tudo isso está ausente   dos modelos de igreja atuais.
Não se prioriza um discipulado assim. Quando muito, existem grupos de discipulado, onde alguns estudos bíblicos são ministrados, mas de forma coletiva, superficial.
Por isso, as pessoas que estão nas igrejas são fracas na fé, não conhecem a Bíblia e não tem uma vida de oração. 
Faço questão de registrar aqui uma igreja que tem sido exceção nesse ponto: É a Igreja da Paz, do Pr. Abe Hubner, em Fortaleza. A prioridade dessa igreja, tem sido o discipulado individual, com qualidade, de todos os seus membros. E Deus tem abençoado aquele lugar grandemente, tornando-o uma referência nacional e internacional desse tipo de trabalho.
O discipulado efetivo tem que ser pessoal. Um a um. E isso demanda tempo, atenção, dinheiro e disposição.
Nesse livro, o autor trabalha passo a passo, quais são as prioridades do discipulado, quais são os requisitos de um disicpulador, bem como várias formas de se realizar um acompanhamento efetivo com o novo convertido.
Uma das frases do livro que tem me feito refletir nesses dias, é a seguinte:
“É imperativo que você se esforce para ser a espécie de pessoa na qual deseja que seu discípulo se transforme.” 
Jesus liderava pelo exemplo. Por isso, se quisermos fazer discípulos, temos que ser exemplos de vida, exemplos daquilo que Deus pode fazer, quando nos colocamos em Suas mãos. Exemplos de pessoas que realmente buscam conhecer o Senhor.
Fica aqui portanto a dica, e a indicação desse livro, que muito tem abençoado a minha vida.
Deus te abençoe.

segunda-feira, 5 de março de 2012

O limite da paciência


Juízes 10 v6-16

Ser crente, não é tão simples. Não é nada fácil. As lutas são muitas e a maior delas é contra o nosso próprio pecado.

No texto, vemos que os Israelitas vivam um contexto cíclico de reincidência no pecado. Por causa da devoção aos deuses estranhos, Deus permitia que fossem oprimidos por outras nações. O povo então, clamava à Deus e esse, por sua vez, levantava um Juíz para libertar o povo.

Assim era. O povo pecava, arrependia-se, pedia perdão e era liberto e na sequência, pecava novamente e o ciclo se reiniciava.

Você conhece essa história de algum lugar?

Essa é uma luta de todo e qualquer crente e são muitas as interferências que não ajudam em nada como, por exemplo, a falsa capa de santidade que praticamente todo crente usa. Graças a ela, pouco se pode confiar em alguém para a confissão de pecados e, automaticamente, ir de encontro com a cura.
Mas lendo o texto, nos deparamos com uma terrível realidade! Nos versículo 13, Ele simplesmente declara que não livrará mais o seu povo! A paciência de Deus, simplesmente esgotou.

Tal realidade não é assustadora? Pensar que Deus pode olhar para mim e para você e simplesmente dizer que sua paciência acabou? Certamente, receber uma notícia dessas seria demasiadamente terrível.
O povo não tem outra opção a não ser reconhecer seu erro, mas mesmo assim, pedem que Deus mude sua sorte.

Cada Israelita volta para a sua casa e entra na intimidade de seus quartos e de lá, retiram seus deuses para se desfazerem deles. Há arrependimento sincero, genuíno, mais uma vez. O povo realmente se arrepende, a ponto de se desfazerem daquilo que lhes era mais precioso.

Mas o desfecho dessa terrível história nos traz paz ao coração. Deus assiste atentamente o povo se desfazer daquilo que simboliza pecado e no final do verso 16 vemos que Deus, não pôde mais, suportar o sofrimento de Isreal.
Com base nesse trecho das escrituras, podemos chegar a uma conclusão que acalenta os nossos corações. Realmente a paciência de Deus se esgota. A paciência de Deus tem limite, mas a Sua misericórdia não tem fim!

Sejamos gratos a Deus pelo seu amor por nós. Um amor de pai, que não poucas vezes perde a paciência, mas que sempre está disposto a nos livrar das consequências de nosso pecado. Que tal amor nos constranja e nos afaste do pecado.


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