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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Perdoado? Sim, você é Perdoado.




Perdão, uma palavra “difícil” de ser ouvida na igreja pós-moderna. Talvez porque é mais fácil lidar com a “acusação” (de que fulano pecou e vai para o inferno), do que propriamente com o perdão, não é mesmo?

Nosso orgulho diz que nossos (e o dos outros) pecados são grandes demais para Deus perdoar e que estamos muito além da redenção. O que de fato não é verdade, pois a falha em perdoar-se quando Deus lhe perdoou relega o perdão de Deus como uma ideia abstrata. Se não acreditamos que Jesus levou sobre si nossos pecados na cruz, significa que não acreditamos no perdão divino e questionamos a soberania de Deus.

Muitas vezes deixamos que o passado “brinque” em nossa cabeça, relembrando todo o “mau” que fizemos e o diabo não nos deixa esquecer dos erros que cometemos. Mas por favor, você não tem que carregar o peso de quem foi algum dia, você é perdoado por Cristo, aceite isso.

Por mais que seus erros passem por sua cabeça e você “reviva” novamente dias e noites lutando contra sua dor, seu orgulho e até mesmo sinta-se sozinho, lembre-se que em Deus você encontra o perdão; e que você é muito amado por Deus.

Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e sua graça para comigo não foi em vão (...)- 1ª Coríntios 10:15

Você demonstra que aceitou o completo perdão de Deus quando perdoa a si mesmo. Ao entender que Deus O ama, seu senso de dignidade espiritual é restaurado. Isso o libera para se perdoar – Keith Phillips

Não deixe que ninguém O acuse de absolutamente nada, nem mesmo as acusações de satanás sobre sua vida. Aceite o perdão de Deus e seja livre do julgo de escravidão do pecado.

“Vá e não peques mais” – Jesus de Nazaré

sábado, 17 de setembro de 2011

Eu sei perdoar?


Como alguns pediram para fazermos um post sobre “Perdão”, venho até vocês com alguma “resposta”, e espero que esse texto sirva pra alguma utilidade.

Primeiramente, temos que entender o que significa a palavra perdão:

O perdão é um processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo, decorrente de uma ofensa percebida, diferenças, erros ou fracassos, ou cessar a exigência de castigo ou restituição.

Olhando sob esse prisma, é muito bonito na teoria; porém na prática é mais difícil, concorda?

Porém, o perdão é o esquecimento completo e absoluto das ofensas, vem do coração, é sincero, generoso e não fere o amor próprio do ofensor. Não impõe condições humilhantes tampouco é motivado por orgulho ou ostentação. O verdadeiro perdão se reconhece pelos atos e não pelas palavras. Não basta apenas dizermos que perdoamos alguém, mas não olhamos nem na cara da pessoa; um tanto incoerente não?

Segundo o ditado popular, muitos dizem e se baseiam na seguinte expressão:

“Fácil é perdoar, difícil é esquecer”.

Eu até concordo com esse ditado, pois quando alguém nos fere é difícil esquecer, apagar a mágoa e “fingir” que nada aconteceu. Todavia, como citei acima, o perdão não impõe condições, ou seja: Eu perdôo, e consequentemente consigo esquecer.

Analisemos essa situação de José:

Faraó, rei do Egito, teve um sonho e desejava a sua interpretação. José somente foi capaz, pelo poder de Deus, para conseguir interpretar o sonho de Faraó; e isso o fez ter uma posição de poder próxima à do próprio Faraó. Com isso, José ficou encarregado da armagenazem e da distribuição dos cereais em toda a terra do Egito. Foi depois disto que os irmãos de José vieram ao Egisto para comprar cereais. Estava dentro do poder de José tomar vingança contra aqueles que tinham pecado contra ele tantos anos atrás. No entanto, a Bíblia nos conta que José experimentou seus irmãos e, tendo visto o arrependimento deles, recebeu-os com lágrimas e afeto (Gênesis 45: 1-15). Ele os tinha perdoado por seu pecado. 

Muitas pessoas não perdoariam como José o fez. Não é fácil, freqüentemente, perdoar, e quanto maior a intimidade que temos com aquele que peca contra nós, mais difícil é perdoá-lo. As Escrituras nos ensinam, contudo, que a má vontade em perdoar os outros nos retira o perdão divino.

O que isto quer dizer? Vejamos o que Jesus nos ensina:

"Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas" (Mateus 6:14-15).
Se olharmos para a tradução da palavra no grego, “perdoar” significa literalmente cancelar ou remir. O perdão, então, é um ato no qual o ofendido livra o ofensor do pecado, liberta-o da culpa.

"e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores" (Mateus 6:12).

Lembremo-nos que, nós, como pecadores; também não merecíamos o perdão; no entanto Deus nos perdoou morrendo na cruz, pagando a nossa dívida e cancelando-a. Quando precisarmos perdoar alguém, que possamos olhar para Jesus, e tomar a mesma atitude que ele, por mais difícil que seja.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A súplica de um arrependido.


Respondendo-lhe, porém, o outro, repreendeu-o, dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? Lucas 23:40.
No cenário do Gólgota, os evangelhos de Mt. e Mc. relatam que os dois malfeitores crucificados faziam parte daqueles que insultavam a Jesus. Porém, Lucas, um historiador minucioso, fez uma investigação mais acurada de todo o acontecimento. Ele nos aproximou do drama do Calvário. A história envolveu três personagens. Na cruz, ao centro, estava aquele que jamais pecou, nem engano algum se achou em sua boca. À direita e à esquerda do Santo estavam os dois malfeitores. E na narrativa de Lucas, um de-les permaneceu endurecido pelo próprio pecado, enquanto o outro, movido pela graça, arrependeu-se e foi salvo por Jesus. A condenação daqueles dois malfeitores era absolutamente justa. Eles mereciam a punição a eles imposta.
De um modo figurado, os dois malfeitores representam toda a humanidade. Todo mundo está debaixo da justa condenação divina e como punição, merece o lago de fogo e enxofre. Alguém poderia gritar: Mas eu não fiz nada! A resposta a este brado é: Ninguém precisa fazer coisa alguma para estar debaixo da condenação divina, basta ter nascido. As Escrituras ensinam: ...porque o julgamento derivou de uma só ofensa, para a condenação... Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação... Rm. 5:16b, 18a. Um outro fato revelador é que parte da humanidade crê na suficiência de Cristo para a salvação, enquanto a outra permanece incrédula.
Basicamente, há dois tipos de pecadores: o impenitente e o penitente. O Senhor Jesus disse haver da-queles que se acham justos e sãos. Estes se bastam. Porém, Jesus veio chamar pecadores ao arrepen-dimento. Infelizmente, muitos permanecem endurecidos. Estão cheios de si mesmos. Foi o caso de um dos ladrões da cruz: Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele, dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também. Lc 23:39. Estas palavras mostram o tremendo orgulho deste malfei-tor. A atitude de seu coração selava a perdição eterna de sua alma. A altivez do coração deste homem o destruiu. Lemos em Pv. 16:18: A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda. Não foram os assassinatos, roubos ou motins que mandaram aquele malfeitor para o inferno, foi o seu pecado de alti-vez, o seu maligno orgulho. As Escrituras apontam ter sido o pecado de soberba uma das causas da destruição de Sodoma. Lemos em Ezequiel perdição destes não está relacionada à quantidade de peca-dos cometidos mas, sim, ao pecado de soberba. São bons demais para clamarem por misericórdia.
Felizmente, há uma parte da humanidade que crê na suficiência da graça, revelada em Cristo. Podemos enxergar isto na atitude do malfeitor arrependido. No livro de Lucas 23:40-42, está escrito: Respondendo-lhe, porém, o outro, repreendeu-o, dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem, mas este ne-nhum mal fez. E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Quão diferente foi a reação deste condenado em relação ao outro! A única explicação é a graça de Deus.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Lázaro, venha para fora!

Leia João 11

Esta passagem bíblica me fascina! Jesus sabia o que iria fazer, e no tempo certo, o fez. Mas dentro desta passagem de Lázaro sendo ressuscitado, quero chamar sua atenção para olhar uma situação ao final, através de outra perspectiva. Vejamos o versículo 39, primeiramente:
"Tirem a pedra", disse ele. Disse Marta, irmã do morto: "Senhor, ele já cheira mal, pois já faz quatro dias".
Cheira mal, fede, é podre! Assim somos nós quando estamos em pecado! Ficamos fedendo, envergonhados pelo odor do pecado. Jesus chama o pecador para a sua Luz, para fora da nossa "zona de conforto" (o pecado) mas Marta (a igreja, e muitas vezes nos incluímos nela) não quer que o pecador saia do sepulcro, pois ele cheira mal. O pecador dá trabalho para o seu pastor, pois o pastor deverá limpá-lo, instruí-lo e andar com ele um bom tempo até q o pecador fique limpo e possa discipular outras pessoas. É um processo que toma tempo. Assim como de outro modo, muitas vezes nós "somos Lázaro" e vendo por essa perspectiva, as vezes me pergunto se Lázaro não teve suas dúvidas antes de sair do sepulcro, pensamentos do tipo:


"Ah, Jesus me chama...mas está tão bom por aqui! É escuro, quentinho, não tenho vizinhos chatos...aliás, tenho vizinhos, mas eles estão mortos mesmo, não incomodam ninguém. Ah, não quero ir lá fora, lá existem pessoas, e pessoas julgam, condenam e machucam...não sei não heim...é, aprecio muito sua atitude Jesus, mas...acho que vou ficando por aqui mesmo."



É, pode até ser cômico isto, mas muitas vezes este é o nosso pensamento! Lá fora, no mundo há pessoas, e pessoas são más, não queremos sair do "nosso mundinho" e pedir ajuda! Mas ao invés de ficar criando "caraminholas" na cabeça, Lázaro teve atitude e saiu...enrolado nas ataduras, fedendo horrores (imagino eu), e com toda a dificuldade para se locomover estando todo amarrado...mas saiu! E me impressiona a atitude "natural" dos seres humanos que estavam presenciando aquele momento (vers. 44)

O morto saiu, com as mãos e os pés envolvidos em faixas de linho, e o rosto envolto num pano. Disse-lhes Jesus: "Tirem as faixas dele e deixem-no ir".
Sim, as pessoas em volta, ao ver o milagre acontecer, o morto fedido sair para fora, primeiramente só ficaram olhando Lázaro "se ferrar" sozinho, ao tentar caminhar em direção ao seu grande amigo, Jesus.
E assim nós agimos muitas vezes, ficamos só olhando nossos irmãos tendo dificuldade pra vencer seus pecados, e não fazemos nada, absolutamente NADA  pra ajudar! Mas Jesus hoje nos convida a fazer diferente, a tirar as ataduras que prendem os cativos, ajudá-los a vencer o pecado e "deixar que vão", sem julgar nem acusar, mas limpá-los e ensiná-los como seguir em frente sem cair no mesmo erro!

Permita-se sair do sepulcro. Permita-se não julgar, mas ajudar. Permita-se a ser como Jesus, humilde e manso de coração, e ajude a quem precisa. Não tenha vergonha de pedir ajuda, mesmo que seu pecado esteja fedendo bem mais que quatro dias.

Tenha um ótimo final de semana
No amor de Cristo
Micaella :}

Ps: Você é amado por Deus!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Você me carregou!


Salve galerinha, hoje vamos refletir sobre uma música do Building 429 - You Carried Me. Sim, é música de crente.

A letra fala por si só, pare, pense e reflita sobre a mesma.

Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido - Isaías 53:4

sábado, 6 de agosto de 2011

Eu mereço uma segunda chance?

Se o cara que assassinou as crianças em realengo estivesse vivo, você daria uma segunda chance pra ele? É uma pergunta difícil de responder, afinal, o cara foi um “psicopata”. Matou crianças inocentes, e isso nos deixa com um sentimento revoltante, é óbvio.



Mas o que Jesus faria? O mesmo não morreu numa cruz por "santos" e "pecadores?" Eu não sou diferente de ninguém. Jesus vê no bom o desejo do mal, e no mal o desejo do bem. Você alguma vez já recebeu uma segunda chance por algo? Num olhar humano, há “diferença” entre o “matar” e o “mentir”. Mas lembremos que uma mentira também pode “matar” a vida de alguém.
O que me preocupa, é que nós cristãos que deveríamos ser “diferentes” nessa situação, somos os primeiros a acusar e dizer: “Esse cara merece ir pro inferno”. Somos egoístas demais, não acha?
Sabemos que pra Deus não há diferença de pecadinho ou pecadão. Então porque fazemos essa acepção de pecados para com as pessoas? Paulo na carta aos Romanos enfatiza que TODOS pecaram e destituídos da glória de Deus estão. Isso nos mostra que a minha mentira é tanto pecado quanto matar alguém.
A lógica diz: “Ela não merece isso”. Jesus diz: “Isso mesmo, mas você também não”. Max Lucado
Analisemos por outra perspectiva a situação:
Se fosse você (isso mesmo, você que está lendo) que tivesse assassinado aquelas crianças, você pediria uma segunda chance pra “mudar”? Você gostaria de receber uma nova chance da sociedade? Difícil pensar por esse lado, não? Eu sou “certo” demais pra fazer uma barbaridade como essa.
Com certeza você está pensando com seu coração egoísta: “Sim, EU mereço/merecia uma segunda chance”. Mas não, ninguém merece uma segunda chance, porém, a GRAÇA, a MISERICÓRDIA e o AMOR de Deus é mais forte que TUDO isso, por isso ELE nos perdoa e nos ensina a perdoar.
Lembra da oração do Pai Nosso: “Perdoa a mim, para que eu também perdoe o meu próximo?”. Se você “merece” o perdão, o outro também merece perdão, não acha?
Enfim, sob um olhar de Jesus, TODOS merecem uma segunda chance, tenha feito o que for, porém, nem TODOS querem uma segunda chance e arrepender-se.
Cabe a mim como cristão, me colocar na posição de Jesus, pois sou/deveria (ser) pequeno cristo e assim fazer o que Jesus faria numa situação assim. Que a graça de Deus seja sobre nós para que possamos perdoar, a tempo e fora de tempo. Amém.